Fio da Palavra
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Fio do Norte

SCRIPTORES ET NOTATORES

A produção documental da Sé do Porto (1113-1247)

MARIA JOãO OLIVEIRA E SILVA

Capa A escrita é um instrumento fundamental para qualquer instituição ou sociedade. Escrever, e em seguida guardar, são actos cuja necessidade se foi tornando diária, face às exigências de organizar, gerir, administrar. O que se procurou neste trabalho foi conhecer essa “rotina da escrita” na Sé do Porto, durante os séculos centrais da Idade Média. Que tipo de documentos se redigiram, quem os redigiu, que fórmulas foram utilizadas, são algumas das questões que permitiram conhecer a produção documental da Sé portuense entre 1113 e 1247, definir-lhe fases de evolução, e compará-la com as congéneres nacionais e internacionais já estudadas. +

PALMEIROS E SAPATEIROS

A Confraria de S. Crispim e S. Crispiniano do Porto (séculos XIV a XVI)

ARNALDO SOUSA MELO, HENRIQUE DIAS, MARIA JOãO OLIVEIRA E SILVA

Capa Existe na Cidade do Porto uma Irmandade ou Confraria antiga, que guarda nos seus arquivos muita documentação desde a Idade Média. Mudou de sítio, da baixa ribeirinha para o alto da cidade, mas não perdeu o precioso tesouro da sua documentação. É a Irmandade de S. Crispim e de S. Crispiniano, padroeiros dos sapateiros e de todos os fabricantes de couros e calçado, a Confraria e Hospital dos Palmeiros. (Geraldo J. A. Coelho Dias, antigo Professor da Faculdade de Letras do Porto) +